Olá, pessoal! Hoje
vamos explicar mais um pouco sobre os impactos ambientais das atividades
humanas e o tema é: substâncias destruidoras da camada de ozônio. Então, vamos
lá!
1. Clorofluorcarbono
Vamos começar falando
do Clorofluorcarbono, mais conhecido como CFC. Essa substância era muito
encontrada em aerossóis sanitários, perfumes, inseticidas, entre outros. Na
década de 1970, descobriu-se que o maior responsável pela destruição da camada
de ozônio vinha do uso do CFC em sprays, refrigeradores e ares-condicionados,
sendo, em seguida, banido o seu consumo.
2. Hidroclorofluorcarbono
O hidroclorofluorcarbono, ou HCFC foi
desenvolvido com o objetivo de substituir o uso dos CFC’s e tornar-se uma
alternativa de mercado. Ele apresenta menor potencial de destruição da camada
de ozônio, entretanto, pesquisas recentes mostraram que essa substância
contribui para o Aquecimento Global. Desta forma, a eliminação do uso de HCFC’s
tem sido prevista para ocorrer até o ano de 2040. Abaixo, segue a figura que
mostra as aplicações mais comuns do HCFC:
3. Brometo de Metila
O Brometo de Metila é um gás utilizado para tratamento de solo, controle de formigas
e tratamentos fotossanitários em produtos de origem vegetal. Ele elimina
insetos, ervas daninhas, patógenos (nematóides, fungos e bactérias) e qualquer
outro ser vivo presente no solo e na zona de penetração do gás. Entretanto,
essa substância foi incluída na lista das Substâncias que Destroem a Camada de
Ozônio (SDOs) do Protocolo de Montreal, sendo estabelecido um cronograma pra
sua eliminação.
O Brasil, por exemplo, se comprometeu a reduzir em 20% o consumo
do Brometo de Metila no ano de 2005, e eliminar completamento o seu uso até
esse ano de 2015.
4. Halon
A última substância que vamos falar aqui, hoje, é o halon. Mas isso não
significa que essas quatro substâncias que falamos sejam as únicas a destruir a
camada de ozônio.
O Halon é uma substância muito utilizada em equipamentos elétricos para apagar
incêndios sem deixar resíduos. Entretanto, ele também se encontra presente na
lista das Substâncias que Destroem a Camada de Ozônio pelo Protocolo de
Montreal. Agora, só podem ser importados os halons regenerados (substância
usada e reprocessada para retornar às mesmas especificações do produto
original), uma vez que não fazem parte do cronograma de eliminação.
Bom gente, essa é a primeira parte. Amanhã vamos postar a respeito das
principais consequências da destruição da camada de ozônio, assunto muito
importante e que tem grandes chances de cair no vestibular. Por hoje é só!
Referências Bibliográficas:
MINISTÉRIO DO MEIO AMBIENTE. "Substâncias Destruidoras da Camada de Ozônio". Disponível em: <http://www.mma.gov.br/clima/protecao-da-camada-de-ozonio/substancias-destruidoras-da-camada-de-ozonio>. Acesso em: 07 de maio de 2015.
FOGAÇA, Jennifer Rocha Vargas. "Destruição da camada de ozônio pelos CFC's". Disponível em: <http://www.mundoeducacao.com/quimica/destruicao-camada-ozonio-pelos-cfcs.htm>. Acesso em: 08 de maio de 2015.
PROTOCOLO DE MONTREAL. "Em que são utilizadas essas substâncias". Disponível em: <http://www.protocolodemontreal.org.br/eficiente/sites/protocolodemontreal.org.br/pt-br/site.php?secao=perguntaserespostas&pub=134>. Acesso em: 08 de maio de 2015.
UNEP. "Eliminação do Brometo de Metila". Disponível em: <http://www.unep.fr/ozonaction/information/mmcfiles/6272-p-eliminacao_do_brometo_de_metila.pdf>. Acesso em: 08 de maio de 2015
ASCOM, Luciana Carvalho. "Ibama realiza ações em empresas que utilizam gás Halon no Espírito Santo". Disponível em: <http://www.ibama.gov.br/noticias-2008/ibama-realiza-acoes-em-empresas-que-utilizam-gas-halon-no-espirito-santo>. Acesso em: 08 de maio de 2015.